8 de abr de 2012

9 de mai de 2011

encontro de choro.

Sempre é muito bom estar com músicos e tocar choro, seja no bar, seja numa roda, seja num encontro específico, no ultimo sábado as companhias de Sergio Prata, Ricardo Souza, Thiago Prata, entre os meus amigos aqui de Lumiar foram Luxuosas.
Salve! Salve!

3 de mai de 2011

os Blogs

Então Galera,
Os blogs sugeridos na targeta ao lado devem ser visitados, em especial o Blog do Moa, com histórias da vida boemia carioca, o Coisa da antiga é o Couro do Cabrito, sempre com novidades incríveis.

3 de abr de 2011

Luis Americano - choro elegante e melodias belissímas.



A seguir um pouco da vida desse grande sergipano, mais um que se rendeu a musica genuinamente carioca e com melodias incrivelmente belas foi mais um nordestino a contribuir para a história do choro. Créditos a Acari Records.

Luis Americano do Rego, nasceu em 27 de fevereiro de 1900, em Aracaju (SE). Recebeu as primeiras lições musicais do pai, mestre-de-banda na capital. Luis ingressou no exército e tocou clarinete na banda militar em sua cidade, depois em Maceió e no Rio de Janeiro, lugares para onde foi transferido.

Um dos pioneiros da Rádio Sociedade (a primeira do Brasil), realiza no início da década de 20, como compositor e solista, suas primeiras gravações na Odeon para a Casa Edison. Entre 1928 e 1931 mora na Argentina. Volta ao país e integra várias orquestras e a partir de 1932 o grupo da Velha Guarda, formando por Pixinguinha, Donga, João da Bahiana e outros craques.

É de seu instrumento o som da maioria dos discos de Carmem Miranda, Francisco Alves, Orlando Silva, entre outros. Participa em 1940 da famosa gravação realizada pelo maestro Leopold Stokowski no navio Uruguai, ancorado em águas cariocas. Stokowski contou com a ajuda de Villa-Lobos e Donga para reunir vários artistas populares do Rio em duas noites memoráveis para a música brasileira. Infelizmente nem metade das gravações feitas foram aproveitadas no trabalho final (editado no Brasil pelo Museu Villa-Lobos em 1987). De Luis Americano apenas o sensacional 'Tocando pra você' aparece no disco.

Dentre suas composições destacam-se 'É do que há', 'Lágrimas de virgem' e 'Numa Seresta', este talvez o seu choro mais conhecido. De 1930 a 1950 foi músico de estúdio da Rádio Mayrink Veiga e de 1950 até a sua morte da Rádio Nacional.

Faleceu em 29 de março de 1960, em sua casa, no subúrbio carioca de Brás de Pina.

19 de mar de 2011

Jota Canalha

Ontem eu fui assistir a apresentação do personagem Jota Canalha no Restaurante Butiquim dos meus amigos Brás e Leila, em São Pedro da Serra, ainda não tinha visto o Henrique Cazes nesta versão. Foi muito bom, as risadas e surpresas foram inevitáveis. Na verdade ele fez uma mistura do show " Sem tostão" com o personagem Jota Canalha. A Junta Noel e Jota deu certo. Vale conferir.

13 de mar de 2011

Vale a pena ler

> Autor: Antonio Barreto,
> Cordelista natural de Santa
> Bárbara-BA,residente em Salvador.

> Curtir o Pedro Bial
> E sentir tanta alegria
> É sinal de que você
> O mau-gosto aprecia
> Dá valor ao que é banal
> É preguiçoso mental
> E adora baixaria.
>
> Há muito tempo não vejo
> Um programa tão ‘fuleiro’
> Produzido pela Globo
> Visando Ibope e dinheiro
> Que além de alienar
> Vai por certo atrofiar
> A mente do brasileiro.
>
> Me refiro ao brasileiro
> Que está em formação
> E precisa evoluir
> Através da Educação
> Mas se torna um refém
> Iletrado, ‘zé-ninguém’
> Um escravo da ilusão.
>
> Em frente à televisão
> Lá está toda a família
> Longe da realidade
> Onde a bobagem fervilha
> Não sabendo essa gente
> Desprovida e inocente
> Desta enorme ‘armadilha’.
>
>
> Cuidado, Pedro Bial
> Chega de esculhambação
> Respeite o trabalhador
> Dessa sofrida Nação
> Deixe de chamar de heróis
> Essas girls e esses boys
> Que têm cara de bundão.
>
> O seu pai e a sua mãe,
> Querido Pedro Bial,
> São verdadeiros heróis
> E merecem nosso aval
> Pois tiveram que lutar
> Pra manter e te educar
> Com esforço especial.
>
> Muitos já se sentem mal
> Com seu discurso vazio.
> Pessoas inteligentes
> Se enchem de calafrio
> Porque quando você fala
> A sua palavra é bala
> A ferir o nosso brio.
>
> Um país como Brasil
> Carente de educação
> Precisa de gente grande
> Para dar boa lição
> Mas você na rede Globo
> Faz esse papel de bobo
> Enganando a Nação.
>
> Respeite, Pedro Bienal
> Nosso povo brasileiro
> Que acorda de madrugada
> E trabalha o dia inteiro
> Dar muito duro, anda rouco
> Paga impostos, ganha pouco:
> Povo HERÓI, povo guerreiro.
>
> Enquanto a sociedade
> Neste momento atual
> Se preocupa com a crise
> Econômica e social
> Você precisa entender
> Que queremos aprender
> Algo sério – não banal.
>
> Esse programa da Globo
> Vem nos mostrar sem engano
> Que tudo que ali ocorre
> Parece um zoológico humano
> Onde impera a esperteza
> A malandragem, a baixeza:
> Um cenário sub-humano.
>
> A moral e a inteligência
> Não são mais valorizadas.
> Os “heróis” protagonizam
> Um mundo de palhaçadas
> Sem critério e sem ética
> Em que vaidade e estética
> São muito mais que louvadas.
>
> Não se vê força poética
> Nem projeto educativo.
> Um mar de vulgaridade
> Já tornou-se imperativo.
> O que se vê realmente
> É um programa deprimente
> Sem nenhum objetivo.
>
> Talvez haja objetivo
> “professor”, Pedro Bial
> O que vocês tão querendo
> É injetar o banal
> Deseducando o Brasil
> Nesse Big Brother vil
> De lavagem cerebral.
>
> Isso é um desserviço
> Mal exemplo à juventude
> Que precisa de esperança
> Educação e atitude
> Porém a mediocridade
> Unida à banalidade
> Faz com que ninguém estude.
>
> É grande o constrangimento
> De pessoas confinadas
> Num espaço luxuoso
> Curtindo todas baladas:
> Corpos “belos” na piscina
> A gastar adrenalina:
> Nesse mar de palhaçadas.
>
> Se a intenção da Globo
> É de nos “emburrecer”
> Deixando o povo demente
> Refém do seu poder:
> Pois saiba que a exceção
> (Amantes da educação)
> Vai contestar a valer.
>
> A você, Pedro Bial
> Um mercador da ilusão
> Junto a poderosa Globo
> Que conduz nossa Nação
> Eu lhe peço esse favor:
> Reflita no seu labor
> E escute seu coração.
>
> E vocês caros irmãos
> Que estão nessa cegueira
> Não façam mais ligações
> Apoiando essa besteira.
> Não deem sua grana à Globo
> Isso é papel de bobo:
> Fujam dessa baboseira.
>
> E quando chegar ao fim
> Desse Big Brother vil
> Que em nada contribui
> Para o povo varonil
> Ninguém vai sentir saudade:
> Quem lucra é a sociedade
> Do nosso querido Brasil.
>
> E saiba, caro leitor
> Que nós somos os culpados
> Porque sai do nosso bolso
> Esses milhões desejados
> Que são ligações diárias
> Bastante desnecessárias
> Pra esses desocupados.
>
> A loja do BBB
> Vendendo só porcaria
> Enganando muita gente
> Que logo se contagia
> Com tanta futilidade
> Um mar de vulgaridade
> Que nunca terá valia.
>
> Chega de vulgaridade
> E apelo sexual.
> Não somos só futebol,
> baixaria e carnaval.
> Queremos Educação
> E também evolução
> No mundo espiritual.
>
> Cadê a cidadania
> Dos nossos educadores
> Dos alunos, dos políticos
> Poetas, trabalhadores?
> Seremos sempre enganados
> e vamos ficar calados
> diante de enganadores?
>
> Barreto termina assim
> Alertando ao Bial:
> Reveja logo esse equívoco
> Reaja à força do mal…
> Eleve o seu coração
> Tomando uma decisão
> Ou então: siga, animal…
>
> FIM